Primeira Edição do PenSaPUG foi um Sucesso!

Eu, pelo menos, adorei.

Imagine: uns 10 nerds, a maioria fanático por BI (e quase todos por Pentaho), soltos para bater-papo. Ontem valeu por alguns cursos. Fora ter ouvido idéias novas e ter conhecido projetos inovadores, ainda demos umas boas risadas!

Resumindo: 1) mal posso esperar pelo próximo e 2) precisamos montar um portal do PenSaPUG!!

Caio, você é um gênio! Parabéns!

Primeiro Encontro do PenSaPUG – Pentaho São Paulo User Group


 

Ops! Parece que nem para copiar eu sirvo! :-) É às 19H00min, não às 18H00min!

http://www.meetup.com/Sao-Paulo-Pentaho-User-Group/events/219039104/


É hoje! às 19H00min nos reuniremos no Escritório Geek, a base da IT4Biz no centro de São Paulo (ao lado do Metrô São Bento) para bater um papo, comer um pão de queijo e trocar experiências.

Eu vou falar sobre os logs do PDI – como capturá-los e o que dá para fazer com eles. Depois eu vou postar aqui um artigo, com todos os detalhes.


P.S.: a abreviação PenSaPUG é invenção minha e em nada oficial. Só para constar, significa Pentaho o Paulo User Group. Se você tiver uma idéia melhor, estamos aceitando sugestões. Falando alto parece raça de cachorro – ou sapo…

Novo Livro: Pentaho na Prática

Nas listas de discussão sempre aparecem novatos perdidos, sem saber por onde começar e invariavelmente nos primeiros posts diz:

Alguém aí tem um livro, ou um tutorial, em português, para indicar?

Bom, finalmente a resposta vai ser sim! Agora existe um livro em português que ensina o Pentaho passo-a-passo!

Foi lançado hoje, dia 20/04/13, no evento Pentaho Day em Fortaleza, o livro Pentaho na Prática, o primeiro livro sobre Pentaho em português na Amazon.com.br (e em todas as outras, aliás:)

http://www.amazon.com.br/Pentaho-na-Prática-ebook/dp/B00CEQFDU0

O Livro

É uma edição Kindle, sem previsão de lançamento em papel, com 12 capítulos e vários apêndices, dedicados a ajudar o leitor a executar um projeto de BI com Pentaho de ponta-a-ponta. Ele inclui da configuração dos programas a dashboards, passando por ETL, relatórios, OLAP, metamodelos etc.

Os três autores ministraram cursos de Pentaho muitas e muitas vezes, e dão plantão no fórum nacional e internacional de Pentaho há anos. Por isso decidimos por uma abordagem que ajudasse o profissional autodidata, que tem disposição para investir no estudo da plataforma. Por isso, ao invés de documentar as principais funcionalidades da plataforma com exemplos, como é feito no grande e pioneiro Pentaho Solutions, decidimos seguir uma trilha de raciocínio, que mostra como atender as necessidades de BI de uma empresa típica, de ponta-a-ponta.

No livro você será apresentado a uma empresa fictícia que precisa ter acesso aos dados de seu sistema transacional para poder alavancar todo seu processo de decisões. A partir dessa premissa vamos mostrar como:

  • Montar rapidamente um protótipo para validação da necessidade;
  • Desenhar um Data Warehouse simples, com…
  • …o passo-a-passo para implementar um processo de ETL;
  • Entregar relatórios pré-fabricados, adhoc e cubos OLAP;
  • E montar um dashboard com CDE.

Isso tudo com instruções detalhadas e testadas, em etapas ricamente ilustradas (eu sempre quis dizer isso :-) .)

O que é isso, Companheiro?

O livro mostra como fazer muita coisa, mas para isso precisa de muita coisa também. Precisa de scripts, bases de dados de exemplos, instalação e configuração de programas acessórios como Java e Postgres etc. Daria para encher outro livro só com os assuntos paralelos.

Para melhorar a experiência de nosso leitor, criamos um site companheiro (do inglês companion site) que já vai trazer o máximo possível de coisas prontas.

No Prelo

Este é um trabalho em finalização, que foi lançado sem todos os capítulos para aproveitar o Pentaho Day que rolou hoje. Quem comprar um exemplar do PnP de hoje até a data de disponibilização da edição completa, 01/07/13, vai receber a atualização sem nenhum custo extra.

Até lá, quem tiver curiosidade de saber como o livro é, pode baixar esta versão de degustação do capítulo 3. A versão final deste capítulo terá ainda o passo-a-passo para traduzir o BI Server, configurar logs e mais algumas coisas.

Dream Team

Esse livro é filho de Fábio de Salles, este que vos fala, de Caio Moreno de Souza, nosso querido Prof. Coruja, e Cesar Domingos, um grande amigo, que eu conheci quando ele ainda trabalhava na IBM do Software Livre, a 4Linux. São dois caras bacanas, gente finíssima e que já quebraram muita pedra com o Pentaho.

Depois de algum tempo ministrando o curso de BI com Pentaho que eu havia criado para a 4Linux, eu pensei em escrever um livro – afinal, já tinha plantado uma árvore e estava no segundo filho. Na verdade, eu já não me lembro mais, mas eu acredito que a idéia do livro veio mesmo foi do Cesar.

O fato é que eu discuti a idéia com ele, que me deu o incentivo fundamental para eu criar coragem de começar o livro. Imagine, justo eu que sabia tão pouco, escrever um livro com coisas óbvias… No final das contas ele me apresentou a uma editora, que já havia publicado livros seus. Eu não conhecia nada desse mercado, e ainda me sentia inseguro. Eu não queria estar sozinho e decidi convidar o Cesar, que sempre foi um cara inteligente e legal, para ser co-autor. Não apenas ele já tinha livros publicados, mas ele sabia coisas de Pentaho que eu não entendia muito bem, como a configuração do Tomcat e do Apache, além de uma renca de outras coisas que no final das contas fazia com que ele visse o Pentaho com olhos bem diferentes dos meus.

Fomos quicando com a editora, tentando negociar algum contrato, até que um dia eu percebi que o Caio precisava fazer parte do projeto. Eu estava coletando material e organizando os capítulos e vi que uma parcela importante do que eu pretendia colocar no papel tinha sido criada, organizada e publicada pelo Caio. Tradução, dashboards, configurações, dicas, macetes etc. etc. etc. O Caio já era parte do livro, de um jeito ou de outro. E trabalhar com ele, quem já trabalhou, sabe, é empolgante. Eu não tive dúvidas: conversei como Cesar e topamos convidar o Caio para se juntar a nós.

Mais do que uma marca na minha vida profissional, mais que uma realização pessoal, trabalhar no livro precisava ser, acima de tudo, uma coisa divertida, motivadora, empolgante, e o Caio e o Cesar eram a parte que faltava. Não esperamos ganhar dinheiro com o livro – afinal, vivemos no Brasil – mas uma coisa nós buscamos e já conseguimos: estamos nos divertindo horrores!! :-)

Espero que vocês gostem. ;-)

Adendo

Estamos desativando o plugin que bloqueava o site companheiro antes do lançamento. Até vocês podem acessar os scripts nestes links:

Definição de Dashboard

Um dashboard é uma exibição da informação que é a mais importante e necessária para atingir um ou mais objetivos, consolidada e arrumada em uma única tela tal que a informação possa ser monitorada em um relance.

Essa é a definição que Stephen Few dá no livro Information Dashboard Design. O original diz o seguinte:

A dashboard is a visual display of the most important information needed to achieve one or more objectives; consolidated and arranged on a single screen so the information can be monitored at a glance.

Ele publicou isso pela primeira vez na Intelligent Enterprise Magazine, em 17 de março de 2004 (às 14H00min, hehe.)

O mais legal é que ele chegou nessa definição depois de analisar vários exemplos. Ou seja, ao invés de postular o que deve ser um painel de instrumentos de BI e procurar evidências de que ele está correto, ele analisou vários painéis, sob vários assuntos e feito por várias empresas (desde fornecedores aos próprios clientes) e só então sumariou o que viu na definição acima.

Bom, eu não sou ninguém nessa área, como são nossos amigos Pedro Alves e Caio Moreno, mas eu concordo com ele. Primeiro porque ele interpretou o uso dado à tecnologia, capturando a realidade. Segundo, porque a função de um painel de instrumentos é, de uma olhada, captar o estado da máquina e decidir ou não pela ação (e eventualmente qual.)

E qual é a importância disso? Toda e nenhuma (Edu, essa foi por você! ;-) )

Toda, porque se alguém hoje me perguntar “o que é um dashboard?” eu vou saber responder, com uma definição sensata, prática e útil.

Nenhuma, porque se alguém decidir construir um dashboard “analítico”, do tipo que é clicável até na linha de status, que faz tudo e mostra tudo, é polimórfico, animado e tem som, ele vai construir. Quem decidir fazer qualquer coisa que não sirva para, em um relance, assimilar a informação necessária para atingir um ou mais objetivos, vai fazer. O que fica é a sempre a pergunta: serviu ao seu cliente? Entregou o que ele pediu, foi o que você prometeu? Se sim, então as palavras do sr. Few são apenas cócegas no hipotálamo (você já sentiu cócegas lá? Não? Sim? Fez diferença?) ;-)

É isso. Acabou minha hora de almoço. Vamos lá!